AFONSO MENESES - TODA AUTORIDADE A JESUS CRISTO

QUANDO DEUS É LEVADO A SÉRIO

A MÃO DE JESUS CHEGOU A TEMPO, DOUTOR? - NÃO HÁ OUTRA EXPLICAÇÃO

Dá-me Senhor, uma noite sem pensar
Dá-me Senhor, uma noite bem comum
Uma só noite em que eu possa descansar
Sem esperança e sem sonho nenhum
Dolores Duran.


Em dezembro de 1998, após verificar que no meu sêmen havia sangue eu fui a um urologista, o qual fez uma ultrassonografia e verificou que havia um tumor em minha próstata. O fato de o médico haver tocado o tumor com o aparelho de ultrasom por quase uma hora e não haver doído, o fato de haver infiltração no canal condutor de sêmen, e ainda, as dores que eu sentia nas pernas, levaram o médico à conclusão de que era algo que poderia me matar em dois meses, conforme me dissera. Segundo o médico, a franqueza com que estava tratando o assunto se devia à sua formação norte-americana e ao código de ética vigente nos Estados Unidos, que dá ao paciente o direito de saber o que se passa com ele.

Como estávamos no dia 22 de dezembro, à noite, período de Natal, o médico me mandou de volta para casa, apenas me deu uma requisição para que eu fizesse um exame de sangue chamado PSA. No primeiro dia útil do ano novo o médico me ligou pedindo que eu retornasse à clínica, naquele mesmo instante. Segundo ele, não havia tempo a perder; como eu me recusei a ir, ele me disse que meu caso era gravíssimo e requeria um procedimento médico imediato, como eu persisti na recusa ele me disse que meu caso era desesperador e que o procedimento médico não havia sido adotado no dia 22 de dezembro porque em um feriado prolongado como o Natal, não era fácil começar um tratamento.

Imagine agora o Natal que eu tive. Do dia 22 ao dia 28 de dezembro eu orei sem cessar, exceto quando dormia. Quando dormia, sonhava e, normalmente, tinha bons sonhos, que contrastavam com a dura realidade, que eu estava vivendo. Uma bomba relógio. Neste período eu jejuei, orei e chorei. E, inexplicavelmente, eu senti uma alegria que nunca sentira antes nem depois. No dia 27 de dezembro, um domingo, pouco antes da meia noite, eu fiz as recomendações finas a minha esposa, sobre nossos três filhos: dois com três anos, e um com um ano de idade. Ela me disse, com toda a segurança, que Jesus me curaria. Eu fui tomado por uma certeza tão infinita que o Senhor iria de fato me curar que naquela noite eu dormi muito bem. No dia seguinte, segunda feira, eu comecei a sentir um cansaço muito grande e pedi ao Senhor que ao me curar me desse uma evidência, para que eu pudesse contar minha história às pessoas. Pouco depois de meio dia, eu me deitei no chão, sobre uma toalha, na tentativa de começar a orar, devido ao cansaço, não consegui. Enquanto passava vagorosamente a mão sobre o rosto, disse: Senhor, eu não vou nem orar, estou exausto, toma conta dos meus pensamentos. No mesmo instante, eu perdi os sentidos, e por uma fração muito pequena de tempo eu tive uma visão de duas mãos, brancas como neve, vindas do alto, em altíssima velocidade, cada uma com uma lâmina em punho que foram cravadas na parte inferior do meu abdômen; quando as mãos tocaram a minha pele eu senti como se fossem brasas, e com isso eu voltei a mim, sentindo uma enorme irritação com as queimaduras. Eis o motivo da minha recusa em rotornar ao médico antes do resultado dos exames de PSA.

No dia 11 de janeiro eu retornei ao médico, como havia sido agendado na clínica. A minha tranquilidade só era enorme diante do estado de nervos em que se encontrava o médico. Ele tentou me encaminhar a outro médico para que me fosse comunicado o resultado do exame. Eu insisti para que ele me comunicasse o resultado; cheguei mesmo a brincar: vamos doutor, veja como está meu PSAlto. O PSA alto seria a confirmação do câncer. Com as mãos trêmulas o médico abriu o lacre do exame e ao ler, soltou um ufa de estupefação e disse: por incrível que pareça, você não tem câncer, você não tem nada. De volta à ultrassonografia, o tumor havia desaparecido. Perguntado se a mão de Jesus havia chegado a tempo ele me disse: Não há outra explicação. Encaminhado ao primeiro médico que havia me examinado, ele me disse: Estávamos trabalhando com câncer. Com ambos os médicos, eu dobrei os joelhos e orei sobre as mãos deles, agradecido. De volta para casa, eu repetia em voz alta o verso de um hino que eu havia ouvido ser cantado por uma única pessoa: Mãos ensanguentadas de Jesus, vem tocar em mim!... Era a vida de volta.

Sem remédios e sem cirurgia, o tumor e com ele também os sintomas desapareceram.

A primeira coisa que eu fiz, como forma de gratidão a Deus, foi um voto de não acrescentar mais nada ao meu pequeno patrimônio. Tudo o que eu conseguisse, seria para educar meus filhos e estar ao lado daqueles que estão lutando pela vida. Com esta experiência eu aprendi o significado da expressão lutar pela vida, principalmente quando se luta contra o câncer.

Este livro (Parecido com Deus - As Obras e a Vida da Fé) é resultado de muita meditação sobre a forma mais apropriada de reconduzir o Cristianismo a suas origens. Uma reconstrução do que destruído durante séculos de descaso. Uma reconstrução fácil para Deus. E, para o homem, só possível, se ele estiver disposto a reconstruir a si mesmo, mediante a atitude ética cristã, de falar somente a verdade, e de levar Deus a sério.


UM SOPRO CARDÍACO DE NASCENÇA ESTÁ ELEVANDO SUA PRESSÃO A ESTES NÍVEIS

Então vereis outra vez a diferença
entre o justo e o ímpio; entre o que
serve a Deus, e o que o não serve.
Malaquias 3:18.

Na época em que Jesus me curou de um tumor na próstata (1998) eu dava aulas particulares de Matemática e Física, além de lecionar em cursinhos preparatórios para vestibular e concurso. Esta atividade como autônomo me deixava algum tempo para que eu pudesse visitar enfermos com a minha esposa. Nós não medíamos esforços; visitamos e oramos por centenas de pessoas enfermas e percebemos que Jesus agia na vida destas pessoas, muitas das vezes curando-as.

Entusiasmado com a possibilidade de fazer algo bom pelas pessoas pobres, com o conhecimento que tinha, no ano de 2000, eu abri um curso comunitário, preparatório para o vestibular, destinado a jovens carentes, na cidade de Planaltina - GO. O curso durou quase seis anos e levou muitos jovens carentes a entrarem em universidades públicas; todos os que se interessaram em estudar, naquele período, conseguiram resolver suas vidas por meio da educação.

Sendo o curso comunitário e com a ajuda de uma igreja que me cedeu um salão, eu tive que interrompê-lo, até porque o número de pessoas interessadas havia caído drasticamente. As pessoas realmente interessadas, naquele período, já haviam conseguido sua vaga em uma universidade pública ou no mercado de trabalho. Como eu queria preservar o meu tempo para visitar os enfermos, resisti em fazer concursos públicos até o dia em que eu fui substituído na sala de aula de um cursinho por um professor de Matemática bêbado, pelo simples fato de ele ser amigo do dono: aí eu percebi que a coisa não era séria e não me dava perspectiva de sobrevivência. Foi quando eu resolvi fazer o mesmo concurso para o qual eu estava preparando aquela turma da qual fui dispensado. Passei no concurso, bem como em outros dos quais participei, mas demorei a ser convocado, apesar de haver passado em segundo lugar.

Durante os anos em que eu tentei preservar o meu tempo para dizer às pessoas que Jesus Cristo é Deus, principalmente às pessoas que estavam lutando pela vida, eu tentei me preparar para o ministério pastoral, fazendo um curso de Teologia, mas não encontrei apoio das igrejas, que apoiavam a todos que se propusessem a tal objetivo, e tive que interrompê-lo muito cedo. Ao pedir ajuda nas igrejas abastadas só ouvi chacotas impublicáveis; e demorou para que eu as compreendesse. Só consegui compreender tanta indiferença para com a minha causa quando eu percebi que Jesus também não significava nada dentro daquelas igrejas e que Ele só era citado no tradicional em nome de Jesus, recitado no final de cada oração, e nada mais. Também consegui perceber que nada daquilo era culpa daquela denominação; tudo se devia a um estado de decadência muito grande em que se encontravam todas as igrejas.

Em maio de 2007, após ser convocado para assumir o cargo para o qual havia passado em concurso, fiz todos os exames médicos e todos deram normais. Ao entregar os exames ao médico do trabalho da empresa, quando a técnica de enfermagem mediu a minha pressão arterial ela verificou que estava em 22. O médico me disse que por uma questão de segurança iria pedir um diagnóstico do meu coração, porque segundo ele, com aquele valor de pressão a qualquer hora eu poderia cair morto. No dia seguinte, 10 de maio, uma quinta feira, eu estava sendo examinado por o cardiologista que faria o diagnóstico do meu coração. Ele me examinou e disse que aquela pressão muito alta se devia a um sopro de nascença que não havia sido tratado. Ele me explicou que o sopro se devia a um estreitamento de uma cavidade do coração e que iria me examinar para ver se seria possível eu exercer alguma função, porque tal problema comprometia a minha capacidade de fazer esforços físicos.

Ao sair do consultório do médico eu comecei a meditar na possibilidade de não assumir o emprego de que tanto precisava. Eu estava endividado; havia pedido dinheiro emprestado para comprar as roupas e os calçados necessários para que eu pudesse me apresentar no emprego. Toda aquela esperança de recomeçar a vida estava seriamente ameaçada, exceto pelo fato de eu crer que Jesus Cristo é Deus e pode todas as coisas. Naquele momento eu me sentei no batente de uma loja fechada e chorei copiosamente. Apesar de muito triste, logo adquiri forças e fiz um segundo voto a Deus: ao sair daquela situação eu iria aprofundar o sentido da seriedade necessária das relações entre os homens e Deus. Então me encaminhei para casa onde esperaria até segunda feira, dia 14 de maio, quando retornaria minha rotina de exames médicos para o diagnóstico do coração.

Na manhã de sexta feira, eu procurei o postinho de saúde do meu bairro para medir a pressão e verifiquei que estava em 18, após a medicação. Ao voltar do postinho, com a minha esposa, encontrei meus três filhos sentados no chão, fazendo o dever de casa. Então eu convidei meus três filhos e minha esposa para orarmos. Naquele instante eu pedi que o mais velho, de 11 anos, ungisse a minha cabeça com óleo, o mesmo que sempre usamos para ungir os enfermos, e orasse com os demais. Ao ouvir a oração da criança que não tinha nenhuma informação sobre o problema que surgiu tão repentinamente, eu fiquei impressionado de como ele sabia de tudo, até das minhas expectativas mais secretas. Então eu fui tomado por uma alegria muito grande e chorei por uma boa parte daquela manhã.

Para não dizer que eu não tivesse qualquer sintoma, eu sentia como se meu coração pulsasse muito fortemente, sempre que eu sentia algum tipo de emoção; era apenas uma pulsação muito forte que eu jamais havia sentido. Sempre fui de caminhar muito; caminhar ainda é o meu exercício físico predileto, e, naquela tarde a minha esposa iria participar de uma reunião de oração em uma igreja tradicional e resolvi ir com ela, deixá-la la e voltar caminhando. O caminho era longo, cerca de 10 quilômetros de ida e volta. No caminho de volta, eram cerca de 15:30 horas, quando eu senti uma movimentação muito forte no meu coração, dava para ouvir o barulho do sangue se movimentando internamente. Quando aquela movimentação parou eu senti uma sensação de conforto, como se meus braços passassem a receber mais sangue. Eu não tive dúvidas; era a resposta de Deus às nossas orações. Contei a experiência a minha esposa e a mais ninguém. No dia seguinte, um sábado, como de costume, eu montei em minha bicicleta e pedalei por um caminho acidentado, com muitas subidas, foi quando eu notei que meu coração batia compassadamente, coisa que nunca havia acontecido em minha vida; o meu coração sempre foi muito acelerado.

No dia 14, uma segunda feira, ao comparecer ao médico que daria a auorização para os exames cardiológicos eu fiz um eletrocardiograma de rotina e fui introduzido ao médico que me examinou longamente, mediu minha pressão várias vezes e fez um laudo no qual relatava não haver qualquer evidencia de sopro ou qualquer outra doença cardíaca e cancelou as guiar às quais deveria validar para que se realizassem os exames exigidos para o laudo.

De posse do laudo, sem ter que voltar ao cardiologista eu assumi o emprego e quando eu recebi minha carteira do plano de saúde eu fiz todos os exames pedidos e não havia nada.

... Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada. Mt 15:13

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