AFONSO MENESES - TODA AUTORIDADE A JESUS CRISTO


A REFORMA PROTESTANTE E A REFORMA DO CRISTIANISMO NESTES TEMPOS DE LIBERDADE


todo aquele que é da verdade ouve a minha voz
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TODA AUTORIDADE A JESUS CRISTO
PARECIDO COM DEUS, AS OBRAS E A VIDA DA FÉ  
 

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JESUS É DEUS      
       
       
       

E, chegando Jesus às partes de Cesaréia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas. Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus. Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;
(Mt 16:13-18)

Caro leitor, o texto bíblico, apresentado acima, tem um significado muito importante para o cristianismo, tanto assim, que a Igreja Católica Romana o considera como texto de referência para conferir autoridade à doutrina que afirma que o papa é o sucessor do apóstolo Pedro; isto não me parece ser um erro, se considerarmos que todos os cristãos somos sucessores do apóstolo Pedro, quanto à obrigação de apresentarmos Jesus às pessoas, de um modo como Ele aprova. Eu creio que qualquer movimento no sentido de reformar a igreja só possa andar em uma única direção; aquela apontada pelo apóstolo Pedro, resultante de uma inequívoca inspiração divina; Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus. Eu creio que a Reforma Protestante tivesse outro foco, que não trazer à cristandade a importância da forma como Jesus é apresentado às pessoas; é justamente isto que eu proponho com minha apologia à divindade à ética e à autoridade de Jesus Cristo.  

Então, consideremos a maneira como Jesus se apresentava às pessoas: Rodearam-no, pois, os judeus e lhe perguntavam: Até quando nos deixarás perplexos? Se tu és o Cristo, dize-nos abertamente. Respondeu-lhes Jesus: Já vos disse, e não credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai, essas dão testemunho de mim. Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas. As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem; eu lhes dou a vida eterna, e jamais perecerão; e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que me as deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai. Eu e o Pai somos um. Os judeus pegaram então outra vez em pedras para o apedrejar. Disse-lhes Jesus: Muitas obras boas da parte de meu Pai vos tenho mostrado; por qual destas obras ides apedrejar-me? Responderam-lhe os judeus: Não é por nenhuma obra boa que vamos apedrejar-te, mas por blasfêmia; e porque, sendo tu homem, te fazes Deus. (Jo 10:24-33)

Com a minha apologia à divindade, à ética e à autoridade de Jesus Cristo eu não quero incentivar as pessoas a ignorarem os benefícios dos muitos movimentos reformistas que ocorreram na igreja, desde o século IV, quando a igreja se instrumentalizou para servir ao Império Romano e teve suas doutrinas negociadas; e isto aconteceu também com a igreja reformada, em relação aos príncipes apoiadores; ou seja, o que aconteceu século IV, se repetia no século XVI; a igreja se organizava de mãos dadas como a nova classe que ascendia ao poder, que era a burguesia, que dava apoio político ao rei, que apoiava a igreja reformada. Esta foi a reforma possível, para aquela época, mas, meio milênio já se passou, e os princípios são os mesmos, pelo menos, na igreja reformada que afirma estar se reformando sempre; vamos admitir que alguém deve estar andando muito devagar com a reforma da reforma da igreja, nestes tempos de muita liberdade.  

O que eu proponho, em minha apologia, apresentada no texto base: Toda Autoridade a Jesus Cristo, disponível para download gratuito, neste site, é a retomada do cristianismo vivido nos três primeiros séculos da era cristã, que tinha como princípios  norteadores crer somente na forma como Jesus se apresenta no Evangelho; e, tendo em conta que Jesus é quem diz ser, Ele é Deus, conforme afirma a profecia: Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz (Is 9:6). E, como Deus ensina a todas as pessoas; umas aprendem e outras não aprendem: Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus. Portanto todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu vem a mim (Jo 6: 44-45).

Este último texto citado, nos remete ao fato de que quando Deus expulsou nossos pais do Paraíso, Ele passou a ensinar a todas as pessoas, para que elas aprendessem e pudessem retornar ao Paraíso. Assim, Deus continua e continuará ensinando as pessoas através dos tempos, por milênios, até a consumação dos séculos. O primeiro resultado desta verdade se evidenciou com a morte de Jesus que foi a maior manifestação do poder de Deus através de Jesus Homem que era morto e retomava sua condição puramente divina como Jesus Glorificado, o Espírito Santo, a essência de Deus, Deus Forte, o Pai Eterno.

 A primeira grande manifestação de poder de Jesus Glorificado, foi a ressureição dos mortos, assim registrada no Evangelho: De novo bradou Jesus com grande voz, e entregou o espírito. E eis que o véu do santuário se rasgou em dois, de alto a baixo; a terra tremeu, as pedras se fenderam, os sepulcros se abriram, e muitos corpos de santos que tinham dormido foram ressuscitados; e, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos. Ora, o centurião e os que com ele guardavam Jesus, vendo o terremoto e as coisas que aconteciam, tiveram grande temor, e disseram: Verdadeiramente este era filho de Deus (Mt 27:50-54). Após a morte de Jesus, tudo o que se tem de relatos sobre Ele, corresponde a Jesus Glorificado, o Espírito Santo, a essência de Deus, e não do corpo ressuscitado de Jesus de Nazaré, como a igreja ensina.

A partir da percepção de que Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente (Hb 13:8), a doutrina da trindade, como ela é ensinada, não faz o menor sentido; a explicação da doutrina da trindade passa pelo entendimento de que Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade (Jo 4:24), portanto, o Espírito Santo é a essência de Deus e não uma terceira pessoa da divindade, que nem sequer existe. Precisamos compreender que desde o primeiro versículo da Bíblia até o o livro do profeta Isaías, que fica no final do Antigo Testamento, Deus não é tratado como Pai nem como Filho, a não ser nesta referência, para tratar, justamente do Filho sendo tratado como Pai: Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz (Is 9:6).

A partir desta verdade, vem a conclusão de que o Espírito Santo é a essência de Deus e Pai e Filho são suas teofanias; tendo em conta que teofania é a forma como Deus se apresenta ou aparece aos sentidos limitados dos seres humanos. Esta bela referência de Jesus ao que se resolveu chamar de trindade, nos leva a considerar que os termos Pai, Filho e Espírito Santo tenham importância nos planos de Deus; uma importância para a comunicação da graça e da verdade, como missão da igreja: .... Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. (Mt 28:18-20).

O meu convite é para que reformemos a igreja; e não que fiquemos querendo reformar algo que não a igreja e esperemos que os resultados apareçam na igreja. Mas há quem afirme que Jesus não fundou igrejas; o que é verdade; Ele apenas deu continuidade à comunidade que Ele mesmo já havia fundado, para ... congregar num só corpo os filhos de Deus que estão dispersos (Jo 11:51-52). Esta comunidade surgiu quando Deus ensinou o caminho do Paraíso ao primeiro ser humano, e ele aprendeu o que Deus ensinou; este ser humano se tornou alguém da verdade; que fala somente a verdade, que leva Deus a sério, que ama a verdade, que vive a verdade e que ensina a verdade; é esta igreja que prevalece contra tudo: edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.

A Reforma Protestante não corrigiu os erros cometidos pelos doutores da igreja, do século IV, que atribuíram autoridade divina a todos os autores da Bíblia, não importando se estivessem escrevedo a Escritura Sagrada ou se tivessem escrevendo a história da nação Israel. Para evidenciar o poder de transformação da sociedade, da igreja dos três primeiros séculos da era cristã, tomemos o testemunho do naturalista Plínio II (23 - 79), que nasceu e morreu ainda no primeiro século da era cristã. Por ser da verdade e ter livre acesso ao palácio imperial, ele fez esta defesa dos cristãos, contra as perseguições movidas por Nero: “O crime dos cristãos consiste apenas em ter o hábito de se reunir num determinado dia da semana, antes do amanhecer, e juntos repetirem uma forma estabelecida de oração, dirigida a Jesus Cristo como Deus, e assumir a obrigação de não cometer maldades, furtos, roubos, adultérios, nem mentir nem defraudar ninguém ...”.

 Com uma forma tão simples de culto, bem diferente do que temos hoje, a igreja primitiva transformou a sociedade; a minha conclusão é de que a luta dos cristãos era contra o seu próprio pecado; perceba que os cristãos primitivos repetirem uma forma estabelecida de oração, dirigida a Jesus Cristo como Deus; não era reza, era oração de gente simples, que lutava contra aquilo que Jesus diz ser pecado; que além da mentira, inclui “... os maus pensamentos, as prostituições, os furtos, os homicídios, os adultérios, a cobiça, as maldades, o dolo, a libertinagem, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a insensatez; ...” (Mc 7:21-23). Esta forma simples de culto cristão foi praticada durante um período de cerca de quatro séculos, até que foi transformado em reza, pelos doutores da igreja, que sob o comando do imperador Constantino (272 - 337), transformaram parte da igreja cristã, na igreja imperial que conhecemos hoje.

 Felizmente, também é verdade que a igreja cristã militante das boas obras sempre existiu e que ... as portas do inferno não prevalecerão conta ela;  (Mt 16:18); é isto que nos dá esperança de que voltemos a ter a sabedoria e o poder de Deus para anunciar o Evangelho com o poder de influenciar a sociedade, que teve a igreja primitiva, descrito por Tertuliano (160 - 220), que assim fez o balanço dos resultados do evangelismo cristão, no mundo então conhecido, em apenas dois séculos: Nós somos um povo que surgiu ontem, mas nós já enchemos todos os lugares que pertenciam a vocês: cidades, ilhas, castelos, bairros, assembleias, campos, tribos, exércitos, palácios, o senado e o fórum. Nós só deixamos para vocês os vossos templos.

Pelo que foi descrito por Tertuliano, a igreja militante das boas obras, não precisava de templos, a civilização atual também parece não precisa deles; tanto assim, que os templos construídos pela igreja imperial também, estão vazios. A igreja imperial não tem sofrido a oposição de perseguidores; antes, o seu poder tem sofrido a erosão provocada pela indiferença de uma civilização claramente cristã, construída sobre alicerces cristãos, mas que não é incentivada a permitir que Jesus se apresente a ela. Eu não estou me referindo à civilização ocidental, eu estou falando de toda a humanidade, que, neste início de século XXI, vive ... desgarrada e errante, como ovelha que não tem pastor (Mt 9:36). Eu espero que você permita que Jesus se apresente a você.


Caso você deseje se comunicar por e-mail, este é meu endereço: afonsojesuismo@gmail.com


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